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FGV traça quatro cenários para a construção civil de 2019 a 2022



As recentes edições do Termômetro da ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) sinalizam que o otimismo voltou ao setor da construção civil. O indicador é medido mensalmente e capta o ânimo dos empresários com a economia do país. Desde outubro, os dados coletados mostram confiança crescente. Na mais recente edição, de 30 de novembro de 2018, o estudo aponta que 45% das empresas estão confiantes sobre as ações do governo federal para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. Esse percentual não era alcançado desde abril de 2012.


Segundo o presidente da ABRAMAT, Rodrigo Navarro, as expectativas em torno do novo governo alimentam o otimismo. “Historicamente, o Termômetro da ABRAMAT só apontou este nível de otimismo em abril de 2012, com indicativos de 66%, e em setembro do mesmo ano, com 58%. Estas ocasiões foram impulsionadas por medidas como o lançamento de obras do PAC e do Minha Casa Minha Vida. Agora, a expectativa de estabilidade econômica e de medidas para a retomada do crescimento alavancam a confiança e o otimismo na indústria de materiais de construção”, afirma.

A confiança não se reflete apenas na expectativa de venda, mas de investimento. A recente pesquisa mostra que 73% das indústrias de materiais pretendem investir nos próximos 12 meses. As prioridades são modernização de equipamentos e aumento da capacidade de produção. Das empresas consultadas, apenas 5% se posicionaram com pessimismo sobre 2019. Para consolidar as previsões positivas, a ABRAMAT encomendou outro estudo à Fundação Getulio Vargas (FGV), a fim de medir se o clima de otimismo é de curto, médio ou longo prazo. De acordo com Navarro, o setor vive um momento de “otimismo consciente”.


FGV traça quatro cenários para a construção civil de 2019 a 2022


Pela projeção da FGV, a produção de materiais de construção deverá ter crescimento anual médio em